segunda-feira, 2 de Novembro de 2009
domingo, 25 de Outubro de 2009
quarta-feira, 14 de Outubro de 2009
6=0 Homeostética
Queria tanto ter visto isto... Raios partam as informações erradas que pululam no site da Fnac e no programa do Doc Lisboa 2009! Bahh.......
segunda-feira, 12 de Outubro de 2009
Même
"A vida de Duchamp foi a sua melhor obra de arte. Deixou muito cedo a pintura e iniciou uma divertida aventura em que a arte se concebia, sobretudo, como uma cosa mentale, no espírito de Leonardo da Vinci. Quis sempre colocar a arte ao serviço da mente e foi precisamente esse desejo - animado pelo seu particular uso da linguagem, o acaso, a óptica, os filmes e, acima de tudo, pelos seus célebres ready-mades - o que escavacou secretamente quinhentos anos de arte ocidental até a transformar por completo.
Duchamp abandonou a pintura durante mais de cinquenta anos porque preferia jogar xadrez. Não é maravilhoso?
(...)
Inclua Marcel Duchamp no seu livro sobre a sombra de Bartleby. Duchamp conhecia pessoalmente essa sombra e chegou a fabricá-la manualmente. Num livro de entrevistas. Pierre Cabane pergunta-lhe a certa altura se se dedicava a alguma actividade artística nesses vinte verões que passou em Cadaqués. Duchamp responde que sim, pois todos os anos reconstruía um toldo que lhe servia para estar à sombra no seu terraço. Duchamp sempre gostou de estar na sombra. Admiro-o muito e, além disso, é um homem que dá sorte, inclua-o no seu trabalho sobre o Não. O que mais admiro nele foi ter sido um grande embusteiro."
in Bartleby & Companhia, de Enrique Vila-Matas
Duchamp abandonou a pintura durante mais de cinquenta anos porque preferia jogar xadrez. Não é maravilhoso?
(...)
Inclua Marcel Duchamp no seu livro sobre a sombra de Bartleby. Duchamp conhecia pessoalmente essa sombra e chegou a fabricá-la manualmente. Num livro de entrevistas. Pierre Cabane pergunta-lhe a certa altura se se dedicava a alguma actividade artística nesses vinte verões que passou em Cadaqués. Duchamp responde que sim, pois todos os anos reconstruía um toldo que lhe servia para estar à sombra no seu terraço. Duchamp sempre gostou de estar na sombra. Admiro-o muito e, além disso, é um homem que dá sorte, inclua-o no seu trabalho sobre o Não. O que mais admiro nele foi ter sido um grande embusteiro."
in Bartleby & Companhia, de Enrique Vila-Matas
segunda-feira, 21 de Setembro de 2009
sábado, 12 de Setembro de 2009
sábado, 30 de Maio de 2009
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